Não é o meu tema preferido, mas o que posso fazer se não saímos mais desse marasmo? Falar de corrupção em nosso país virou coisa corriqueira, como se estivéssemos a discutir o resultado de uma partida de futebol.
-Ah sim, o Fulano desviou 1 bilhão a mais que o Cicrano.
-Bem, mas ele conseguiu driblar a Polícia Federal e escapou com milhões de dólares para um paraíso fiscal no finalzinho de seu mandato.
-Eu acho que a Polícia Federal errou porque não marcou sob pressão o camarada que já dava sinais de enriquecimento ilícito.
-Você viu que o juiz deu impedimento, mas mesmo assim o cara entrou com tudo e levou a bolada?
Infelizmente parece que banalizamos a corrupção e hoje basta o indivíduo pedir demissão que está tudo certo. Ele levou dinheiro público, embolsou e é punido com a perda do cargo, só isso!
Que sociedade é essa que estamos vivendo e que criamos? Aceitamos a imoralidade pública de braços abertos como que dizendo: continuem a fazer isso... . Que exemplos dão aos nossos filhos? Onde se encontra o sentimento de indignação e de repúdio a tudo isso? Respondo triste - não sei!
O dinheiro público que vem de nossos impostos - e que impostos - é simplesmente usado para beneficiar a alguns como se ele, o dinheiro suado que nos é retirado a título de ser público, vir de um fundo sem fundo literalmente, ou mesmo parecer nascer em árvores. Usa-se muito mal nosso pobre dinheiro público.
Que moral tem nossos governos, sempre envolvidos em histórias escabrosas de corrupção para nos cobrar qualquer coisa?
Sou brasileiro com muito orgulho e repudio toda e qualquer investida contra o patrimônio público. Temos que nos indignar com a imoralidade que tenta se tornar banal e mostrar que nessa nação não se vive de discursos, nem de palanques, mas sim do esforço e do trabalho de pessoas honestas e de bem.
Olá! Eu me chamo Rubens Antunes da Cruz Filho. Este espaço está sendo criado para que eu possa expressar minhas opiniões sobre o que vem acontecendo no mundo, como também ler comentários ou mesmo opiniões de outras pessoas. Também usarei este espaço para falar um pouco sobre medicina e especificamente sobre endocrinologia e metabologia. Sejam Bem-Vindos!
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Impostos, Impostos, Impostos...
Mais uma vez volto ao tema, que em realidade não sai dos jornais, especialmente em época de se "acertar as contas com o Leão". Verdade seja dita e, não tem nada a ver com o mês de abril e o Leão, mas sim com a injustiça que é o nosso sistema de arrecadação de impostos.
O povo brasileiro é muito cordato, pois aceita pagar impostos injustos e excessivos, sem ter nada em troca, e não esboça a menor reação. Sim, não estou dizendo para irmos às ruas e quebrarmos tudo, mas pelo contrário, que de forma pacífica façamos protestos junto a imprensa, até mesmo nas ruas - de forma pacífica! E por que não utilizar a internet para também protestar?
Estamos numa sociedade injusta, com uma distribuição de renda absurda, onde existem disparidades ridículas entre camadas distintas da população. Acontece, que mesmo as pessoas menos favorecidas andam pagando muitos impostos escondidos em produtos que têm que usar no dia-a-dia. Mas pagar impostos sem nada receber em troca é ridículo e irreal. Isso nos remete aos tempos em que os impostos eram recolhidos para pagar as despesas do rei com seus criados e festas.
Que o Brasil ultrapasse esta fase absurda de super arrecadação de impostos e que o governo saiba utilizar melhor o dinheiro arrecadado, de forma que possa parar de explorar os cidadãos e as empresas.
Vamos todos protestar contra essa política arrecadatória predadora das pessoas que trabalham neste país. Por que não diminuir o número de ministérios?
O povo brasileiro é muito cordato, pois aceita pagar impostos injustos e excessivos, sem ter nada em troca, e não esboça a menor reação. Sim, não estou dizendo para irmos às ruas e quebrarmos tudo, mas pelo contrário, que de forma pacífica façamos protestos junto a imprensa, até mesmo nas ruas - de forma pacífica! E por que não utilizar a internet para também protestar?
Estamos numa sociedade injusta, com uma distribuição de renda absurda, onde existem disparidades ridículas entre camadas distintas da população. Acontece, que mesmo as pessoas menos favorecidas andam pagando muitos impostos escondidos em produtos que têm que usar no dia-a-dia. Mas pagar impostos sem nada receber em troca é ridículo e irreal. Isso nos remete aos tempos em que os impostos eram recolhidos para pagar as despesas do rei com seus criados e festas.
Que o Brasil ultrapasse esta fase absurda de super arrecadação de impostos e que o governo saiba utilizar melhor o dinheiro arrecadado, de forma que possa parar de explorar os cidadãos e as empresas.
Vamos todos protestar contra essa política arrecadatória predadora das pessoas que trabalham neste país. Por que não diminuir o número de ministérios?
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Imposto, Imposto e Mais Imposto
Não é novidade que o brasileiro é recordista mundial na categoria pagador de imposto. Temos a maior carga tributária do planeta e mesmo aqueles que pensam não pagar impostos, pois não têm uma boa renda, também pagam impostos embutidos nos produtos que compram.
Se não é novidade, então por que estou falando nesse assunto? Simplesmente porque mais uma vez estão pensando em criar mais um imposto, ou melhor, retornar com um imposto que muito comemoramos sua saída - a famigerada CPMF! Isso mesmo, os governadores do nordeste estão pressionando o governo federal para que crie uma nova CPMF a título de custear a saúde. O pior é que o governo federal parece estar interessado em criar esse mostrengo novamente.
Hoje temos um governo federal que gasta mal o dinheiro arrecadado e nos causa extrema preocupação com o tamanho da máquina do estado, com mais de trinta ministérios e, pasmem, parece vão criar mais um que seria o das pequenas empresas - é necessário tal ministério?
Vivemos hoje a ditadura dos impostos e Deus sabe como sobrevivemos a tamanha violência, pois somente uma pequena parte desse dinheirão arrecadado volta em serviços dignos à população. Assim como a antiga CPMF que foi criada para a saúde e lá nunca chegou, porque era sempre desviada para tapar buracos no combalido orçamento do governo.
Governar criando impostos é fácil, o difícil é cortar na própria carne diminuindo e tornando mais efetiva a máquina pública.
Se não é novidade, então por que estou falando nesse assunto? Simplesmente porque mais uma vez estão pensando em criar mais um imposto, ou melhor, retornar com um imposto que muito comemoramos sua saída - a famigerada CPMF! Isso mesmo, os governadores do nordeste estão pressionando o governo federal para que crie uma nova CPMF a título de custear a saúde. O pior é que o governo federal parece estar interessado em criar esse mostrengo novamente.
Hoje temos um governo federal que gasta mal o dinheiro arrecadado e nos causa extrema preocupação com o tamanho da máquina do estado, com mais de trinta ministérios e, pasmem, parece vão criar mais um que seria o das pequenas empresas - é necessário tal ministério?
Vivemos hoje a ditadura dos impostos e Deus sabe como sobrevivemos a tamanha violência, pois somente uma pequena parte desse dinheirão arrecadado volta em serviços dignos à população. Assim como a antiga CPMF que foi criada para a saúde e lá nunca chegou, porque era sempre desviada para tapar buracos no combalido orçamento do governo.
Governar criando impostos é fácil, o difícil é cortar na própria carne diminuindo e tornando mais efetiva a máquina pública.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
O Brasil não é um País Sério!
Desde pequeno ouço uma afirmação e a realidade infelizmente só tem comprovado ser esta verdadeira. Parece que foi o Charles de Gaulle quando nos anos 60 durante uma crise diplomática entre Brasil e França que disse a seguinte frase: "Le Brésil n'est pas um pays sérieux" – "O Brasil não é um país sério". Sempre me incomodou muito isso, mas quando abro os jornais e vejo o que foi feito em relação ao "inchaço" da máquina pública pelo governo Lula nos últimos 7 anos fico muito preocupado. Simplesmente houve um aumento absurdo de pessoal alocado na presidência da República, na AGU (431 %) e em outras áreas burocráticas, enquanto na saúde o aumento foi de ridículos 0,5 %, na educação 19 % e na previdência também um escárnio. Nada foi feito para melhorar o atendimento à população, porém muito feito para dar emprego aos apadrinhados, que além do emprego tiveram os maiores aumentos do funcionalismo público. Um gasto desnecessário que deverá ser pago pelo próximo governo e sabem como? Aumentando impostos!
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